Lâmpadas usadas


5 JEITOS DE REAPROVEITAR LÂMPADAS

EM VEZ DE IR PARA O LIXO, LÂMPADAS PODEM VIRAR TERRÁRIOS PARA PEQUENAS PLANTAS OU OBJETOS DE DECORAÇAO. ESCOLHA O SEU PROJETO  PREFERIDO.

 Trocou sua lâmpada incandescente  pelo modelo CFL, que gasta menos energia? NÃO jogue as peças antigas fora.  ELAS podem se transformar em lindos  terrários para suas plantinhas ou até em peças simples e  inusitadas de  decoração.
 Texto retirado da Internet
Licia GrazieleFeliz Vieira

Pilhas usadas


As pilhas colocadas em equipamentos eletrônicos contêm metais tóxicos, como o mercúrio e o cádmio. Ao serem jogadas no lixo, podem gerar um alto nível de contaminação. Veja as alternativas para não causar danos ao meio ambiente.


1

Descubra se existe algum centro de coleta seletiva e reciclagem de pilhas na sua cidade. Alguns serviços enviam as pilhas de volta para os fabricantes. Se houver, leve as pilhas usadas até lá.

2

Cubra as pilhas com cimento. O elemento tóxico não desaparece, mas permanece inativo. Você pode fazer isso quando vir que uma rua está sendo pavimentada ou depositá-las em alguma obra em construção.

3

Não jogue as pilhas no fogo porque elas provavelmente explodirão. Nem jogue em um rio, no mar ou no vaso sanitário, para não contaminar a água.

4

Utilize pilhas recarregáveis, já que a vida útil é mais longa.

5

Sempre que possível, prefira aparelhos que não precisem de pilha para funcionar.






Texto retirado da Internet
Jefté Luiz F. Farcha


Latas de refrigerante


O CicloVivo separou uma dica de como reutilizar uma lata de refrigerante para aumentar o sinal Wi-Fi de maneira ecologicamente correta.
Uma folha de alumínio é capaz de aumentar o sinal. Porém, é necessário fazer uma curva na folha para direcionar a transmissão, então, nada mais prático do que utilizar uma latinha de alumínio que além de mais resistente já possui o formato adequado.
Para este projeto você vai precisar de uma tesoura, um estilete, massa adesiva reutilizável e uma latinha de alumínio vazia.
O primeiro passo é lavar a lata de alumínio vazia. Após estar limpa e seca, remova o anel.
Corte o fundo da lata com o auxílio de uma tesoura ou estilete. Durante esse procedimento, tome muito cuidado para não se cortar. A seguir, corte a tampa deixando cerca de dois centímetros sem cortar, a tampa não será removida. Agora corte no sentido do comprimento da lata do lado oposto a boca.
Feito isso, coloque massa adesiva na tampa do lado oposto da abertura – se achar necessário, e conecte sua lata ao roteador Wi-Fi. Se não encontrar o adesivo, basta encaixar o buraco da lata na antena e pronto. Este simples impulso é capaz de aumentar a força do sinal de duas a quatro barras.

Tome cuidado para que a antena não fique ao alcance de crianças, que podem se machucar com o corte das latas.

 
THIAGO OLIVEIRA BORGES E JADE DA COSTA FORTES
Texto retirado da Internet



Pneus


Os pneus recolhidos são usados para fabricação de concreto, pisos, tapetes para carros e mantas para quadras esportivas.                         
Segundo a Anip, foram produzidos 57,3 milhões de pneus no país em 2007.
Das cerca de 300 mil toneladas descartadas por ano, perto de 73% são reciclados.
Artistas plásticos, como Daniel Beato, da ONG Arte em Pneus, de São Paulo, também  utilizam pneus velhos na confecção de móveis e objetos de arte.
            O surgimento dos pneus de borracha fez com que fossem substituídas as rodas de madeira e ferro, usadas em carroças e carruagens desde os primórdios da História. Esse grande avanço foi possível quando o norte-americano Charles Goodyear inventou o pneu ao descobrir, o processo de vulcanização da borracha quando deixou o produto, misturado com enxofre, cair no fogão. Mal sabia ele que sua invenção revolucionaria o mundo. Entre as suas potencialidades industriais, além de ser mais resistente e durável, a borracha absorve melhor o impacto das rodas com o solo, o que tornou o transporte muito mais prático e confortável.
            Porém, juntamente com a revolução no setor dos transportes, a utilização dos pneus de borracha trouxe consigo a problemática do impacto ambiental, uma vez que a maior parte dos pneus descartados está abandonada em locais inadequados, causando grandes transtornos para a saúde e a qualidade de vidas humanas.
             Segundo organizações internacionais, a produção de pneus novos está estimada em cerca de 2 milhões por dia em todo o mundo. Já o descarte de pneus velhos chega a atingir, anualmente, a marca de quase 800 milhões de unidades. Só no Brasil são produzidos cerca de 40 milhões de pneus por ano e quase metade dessa produção é descartada nesse período.


  
Karoline Cristina C.S Rodrigues

Baterias

O trânsito talvez seja o principal gerador sonoro que define uma grande cidade. Hoje em dia milhares de carros trafegam pelas ruas e avenidas emitindo uma sinfonia que mistura ruídos, batidas, buzinas, motores e pneus. E a música cantada pela orquestra dos automóveis já está quase aceita pelos habitantes, que sofrem com os impactos ambientais resultantes da circulação de tantos carros. Além das emissões de gases poluentes e óleos, periodicamente, baterias exauridas “são descartadas no lixo comum por falta de conhecimento dos riscos que representam a saúde humana e ao ambiente”, como afirmam as pesquisadoras da Universidade de São Paulo (USP) Nívea Maria Veja Longo Reidler e Wanda Maria Risso Gunther no artigo “Impactos ambientais e sanitários causados por descarte inadequado de pilhas e baterias usadas”.

Para ser um motorista verde, você deve:
  • Saber que os carros flex possuem um dispositivo que adapta o motor ao combustível presente no tanque e isso faz que ele emita cerca de 70%  menos gás carbônico do que um veículo a gasolina ou diesel;
  • Verificar se o catalisador do seu veículo está funcionando corretamente, para evitar o gasto excessivo de combustível;
  • Se possível, evitar usar o seu automóvel quando for realizar pequenos percursos;
  • Preferir abastecer seu carro pela noite, ou no início do dia , quando o sol está baixo, pois a evaporação do combustível é menor;
  • Adquirir pneus que possuem “sílica alta dispersão”, pois são menos prejudiciais ao meio ambiente; 
  •  Preferir gasolina aditivada, pois esta prejudica menos o motor do que a comum;

Patrick Felipe C. da S. Rodrigues

Roupas


Pensando em todas as ações que estão sendo feitas e para colaborar com essa idéia, descobri que estamos fazendo a nossa parte.   
       Nosso trabalho é realizado basicamente de material reciclado. Todas nossas peças são feitas de retalhos, pedaços de tecidos que seriam inutilizados e descartados. A partir dessa desconstrução construímos uma peça com identidade, única, poema, cada flor, cada borboleta, cada botão... 
Descobri que esse meu mundo de retalhos, cores, formas, sentidos tem  sobrenome...Customização.
 A palavra Customização é empregada no sentido de personalização, adaptação. Desta forma, customizar é adaptar algo de acordo          com o gosto ou necessidade de alguém. Customização pode ser entendida como sendo adequação ao gosto do cliente.
 A customização significa transformar a informação entrante numa informação que seja adequada às necessidades de um individuo num determinado instante. Assim, a customização da informação ocorre imediatamente antes do uso. Trata-se de uma personalização mais simples em relação aos automóveis, diferenciando do tunning que significa uma modificação mais radial do veículo. Mas, existe um conjunto de procedimentos para implementação da customização, por tratar de um processo onde tem que adequá-lo as características de cada indivíduo e por serem heterogêneos a aplicação se dar de forma diferente.
O termo customização é muito utilizado no mundo da moda para designar peças de roupas compradas prontas e depois modificadas por seus donos para tornarem-se diferentes e exclusivas. As roupas normalmente mais customizadas são as camisetas por permitirem uma variedade de possibilidades, tanto as camisetas básicas do dia a dia e como as chamadas abadás, que funcionam como "camisetas ingresso" para festas, baladas e carnavais. Essas modificações podem ser feitas com recortes, costuras, tingimentos e aplicações.
 
EU FAÇO MODA SUSTENTÁVEL! 


 Texto retirado da Internet
Beatriz Freire de Freitas

Óleo de cozinha


Quando falamos de frituras, ele está lá. O óleo de cozinha é parceiro de donas de casa que, quase sempre o utilizam  para fazer algumas de suas delícias. O problema surge quando se pensa em descartar o óleo. Jogo fora na pia? Na descarga do vaso sanitário? No bueiro da minha rua? Não!
O que muitas pessoas não sabem é que o óleo de cozinha é altamente poluente, principalmente, quando em contato com a água. Por esse motivo, a melhor alternativa é colocá-lo em um vidro ou garrafa  PET e entregá-lo na coleta de lixo. O ambientalista TEODORO GERRA, presidente da Associação do Meio Ambiente de Juiz de Fora (AMA-JF), explica que o óleo compromete a qualidade da água, diminuindo a oxigenação e iluminação dos rios, fato que prejudica a vida no local. Se compararmos a grandes proporções, o óleo seria capaz de matar peixes e plantas no rio Paraibuna, por exemplo.
Assim como o petróleo causa catástrofes ambientais, quando derramado em grande volume nos rios, nós, dentro de casa, quando depositamos o óleo na rede de esgoto, estamos diminuindo as possibilidades de vida de muitos animais.

 Texto retirado da Internet pelo aluno Luiz Phelippe L. Saturnino.

Eletrônicos.


         Grandes empresas como Philips, Dell, HP e Itautec já tem programas de reciclagem. Algumas delas vem buscar em sua residência sem nenhum custo como a Dell, outras tem pontos de recebimento de resíduos. Saiba mais pelos websites ou serviços 0800 destas empresas!!
          Sem contar que todas as companhias de celulares possuem lixeiras especiais para coletas de celulares e baterias usadas.
        Se você tem um produto eletroeletrônico velho, procure descartá-lo corretamente, pois ele poderá ser reaproveitado para reciclagem, e sua disposição final será controlada, diminuindo assim os impactos ambientais que ele causaria pela disposição incorreta

      Leia mais em: http://www.problemasambientais.com.br/consumismo/como-descartar-eletronicos-de-forma-correta/#ixzz1v974U0qx



 Texto retirado da Internet pelo aluno Rodrigo dos Santos Bolchat Marques.